Ecografia
em Cor

A ecografia em cor é um
processo desenvolvido para ressaltar a patologia com cor e
melhorar assim o diagnóstico. A diferença entre uma
ecografia em cor e uma em branco e preto é equivalente à que
existe entre uma foto em cor de uma árvore com maçãs
vermelhas, e uma foto em branco e preto da mesma árvore:
dificilmente se distinguirão as maçãs na foto em branco e preto.
História: O processo
foi criado totalmente em Colômbia pelo Dr. Gonzalo E. Díaz
Murillo e posto em uso desde Fevereiro 15 de 1994. As
investigações as iniciamos no final dos 80s A melhor prova
dos resultados positivos desta tecnologia se obtém comparando
os resultados das ecografias comummente praticadas com os
nossos. Adicionalmente empregamos C.A.D (Computer Aided Diagnóstico) ou diagnóstico dirigido por
computador, o qual analisa os dados ecográficos
automaticamente e emite um conceito.
A cor tem vantagens, como o
vemos um o seguinte simples exemplo que não requer maior
explicação:

O uso da cor na ecografia
evoluiu notavelmente desde fevereiro 15 de 1994, data na qual
praticamos o primeiro exame em cor: uma sonomamografía.
Aperfeiçoamos a técnica e
modernizado constantemente as equipes e software, permitindo o
desenvolvimento de padrões de cor automatizados para quase
cada órgão e região do corpo humano, o qual não somente
facilitou o processo senão que o acelerou. Ao começo, uma
ecografia pélvica em cor nos tomava 90 minutos; agora nos
toma mal 20 minutos e com melhor qualidade, resolução,
sensitividad, espectro, etc. Deve anotar-se que o objetivo
desta técnica, bem como o de nosso trabalho, é o melhorar o
diagnóstico ecográfico e não somente aumentar a rapidez,
pois como todos sabemos as ecografias de 5 minutos são
totalmente inúteis.
Obtivemos os melhores
resultados na detecção daquela patologia que origina alterações
parenquimatosas, cumprindo com as expectativas com as que
iniciamos as investigações.
Podemos agora diagnosticar
patologia como a adenomiosis, cujo diagnóstico estava
anteriormente reservado à inspeção da peça cirúrgica,
pois seu diagnóstico preoperatorio era quase impossível,
pese a sua freqüência. Desde que iniciamos a técnica de cor
nas ecografias pélvicas encontramos um incremento
significativo nos diagnósticos de adenomiosis e
endometriosis, muitos dos quais puderam ser verificados
cirurgicamente.
Igualmente encontramos um
aumento importante na sensitividad do processo, bem como é
sua especificidade. Casos como o da adenomiosis são só
exemplos, pois confirmamos consideráveis melhoras no diagnóstico
de outras entidades, como as alterações quísticas ováricas,
a endometriosis, a mastopatía fibroquística, os abcessos mamários,
doenças prostáticas, vesiculitis seminal, alterações
placentarias, patologia hepática, testicular, tiroidea,
muscular, etc.